Acontece amanhã o lançamento da Revista +Soma #019, no Espaço Soma, na Vila Madalena. Nessa edição, a revista relembra a carreira do trio de ouro da música instrumental brasileira, o Zimbo Trio e traz entrevista com Amilton Godoy sobre a inserção da música instrumental brasileira em um cenário que apreciava apenas os grandes cantores e cantoras. A Revista +Soma é distribuída gratuitamente. Para maiores informações de onde pegar a sua ou para baixá-la em PDF, basta acessar o site.
Hoje é o Blog Day, ou seja, quando os blogueiros indicam outros blogs que eles leem e admiram, ou mais ou menos isso. Bom, segue abaixo a minha lista. Tá certo que eu leio um infinito de blogs e portais por aí, mas esses eu confesso que visito quase que diariamente.
Gilmar Online – O blog do cartunista Gilmar, com humor da melhor qualidade.
Let’s Vamos – O blog do Danilo Siqueira sobre publicidade, design e afins. Ele também tem um belo blog sobre fotografia, vale o clique aqui.
Brainstorm9 – O blog do Carlos Merigo. Talvez a maior referência em publicidade da internet brasileira.
Com Limão – Blog bastante interessante sobre arte, design, animações e várias outras coisas mais.
CHMKT – Para os planners de plantão. Visita mais que obrigatória.
E você, tem alguma sugestão de blog? Então deixa um comentário pra gente também fazer uma visita.
Esse belo vídeo mostra como é o reencontro dos soldados americanos com suas famílias ao voltarem da guerra. Infelizmente muitas outras famílias não receberam seus entes queridos de volta. Infelizmente, por simples interesses políticos de alguns governantes, a guerra ainda é um negócio muito lucrativo. Em um jogo onde não existem mocinhos e nem bandidos todos os lados envolvidos só têm a perder.
Mesmo com toda evolução da comunicação neste século, é impressionante como algumas marcas e pessoas não valorizam o feedback. Seja por e-mail, blog ou Twitter, elas simplesmente ignoram o contato.
Ok, no caso do Twitter, pode haver o fato de não se seguir a pessoa, mas reza a boa educação que se responda quando alguém fala conosco. A maioria usa aplicativos como o Tweetdeck, Hootsuite, entre outros. É impossível não saber que foi mencionado.
Existem pessoas muito ocupadas, mas, uma resposta em alguns dias por e-mail, ou pelo Twitter, é possível se dar. Creio mesmo é que não exista interesse em dar retorno, o famoso feedback.
Mas, sério, é inconcebível que profissionais de comunicação tenham essa atitude. O que lhe custa responder a um e-mail, tweet ou comentário? É, talvez, esse mesmo profissional quem vai oferecer serviço em comunicação e falar sobre a necessidade da marca ou empresa criar e manter diálogo com seu público.
Não causa espanto que ainda existam marcas que não respondam às perguntas ou queixas de seus públicos. Muitas vezes, é provável que tais marcas estejam sendo orientadas por profissionais do tipo que não se importa com feedback.
Sabemos que nesta época de web 2.0, isso é uma tremenda falha; o famoso #fail que pipoca todo dia no Twitter. Mas isso tem saída; basta ter interesse e monitorar seu nome ou sua marca. Quanto mais você mantiver diálogo e mostrar-se interessado em se comunicar, melhor será sua percepção na rede. Isso também está ligado à credibilidade.
Portanto, pensem bem ao não responder ao próximo contato.
Eu dou importância ao feedback. E você?
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Texto da minha amiga Marcia Ceschini publicado anteriormente no blog A Bordo da Comunicação. Texto inteligente e bastante atual.
Você lembra em quem você votou nas últimas eleições? Pois é, sinceramente eu me lembro de um ou de outro. Mas isso já não é mais um problema, com o site www.eulembro.com.br criado pela WEBCITIZEN, você pode marcar os candidatos em que votará nas próximas eleições e receber informações sobre o que eles andam aprontando via e-mail. Achei a idéia bastante interessante. Agora só falta a gente votar direito e cobrar tudo o que os candidatos prometem em suas campanhas. Para mais informações de como o processo funciona, entre no site e clique em Tutorial.
Recentemente, em mais um dos muitos domingos já vividos de forma igual, eu despertei pouco antes das 9 da manhã e pensei alegre: “ôba, hoje tem corrida”. Imagino quantos outros tantos milhões de brasileiros, igualmente fanáticos por velocidade, fizeram o mesmo. E eis que, de repente, certas lembranças começaram a fervilhar dentro da minha cabeça de sofrido torcedor, persistentemente, tentando acreditar em algum novo talento nacional. Ainda deitado na cama veio-me em mente a cena, decepcionante até mesmo para o preparado narrador, da primeira “palhaçada” numa competição na Áustria em 2002, onde um tal senhor Rubens Barrichello cedeu mansamente seu legítimo primeiro lugar ao piloto supremo da história, leia-se Michael Schumacher. Triste dia para os fiéis telespectadores brasileiros…
Logo em seguida lembrei-me também de um tal senhor Nelsinho Piquet, não muito tempo depois, obedecendo sem titubear uma absurda ordem para simplesmente bater num muro. “Simplesmente bater”.
E na indigesta sequência recordei o recente decepcionante acatamento de ordem, onde nosso mais novo e até então promissor representante da velocidade, Felipe Massa, seguiu os tristes passos dos seus antecessores sem personalidade e deu também de presente sua vitória a um suposto ser superior chamado Fernando Alonso. Deu de presente, sem esbravejar, como se de tempos pra cá os brasileiros tivessem sido realmente condenados ao desprezível título de meros coadjuvantes nas pistas. Ou, no termo popular, “cafés com leite”.
Diante dessas horríveis lembranças virei para o lado e voltei a dormir sem sequer ligar a televisão. Não valia e não vale mais a pena encurtar o precioso sono num preguiçoso domingo para amargar trapaças bem arquitetadas e muito mal disfarçadas. Há muito o mundo é movido somente por falcatruas generalizadas e nocivos jogos de interesses que muito geram para alguns privilegiados. Infelizmente não existe mais cristalinidade nem mesmo numa rotineira e simples conta de bar. O planeta atual é assim, repleto de poucos demoníacos pastores que hoje em dia não somente arrebanham e tocam seus milhares de carneiros humanos, eles os comercializam sem ao menos comunicar-lhes, como se tudo e todos fossem mesmo descartáveis objetos inanimados. Assim é a suja vida real.
Sujeira, amigas e amigos leitores, sujeira por todos os lados, como dizia o sábio poeta Renato Russo. Mas nosso assunto são as competições, e nas competições de um modo geral existem também… sujeiras, claro. Explícitas em casos clássicos como em algumas “estranhas copas do mundo” e até em âmbitos menores como num inocente torneio qualquer de truco de quermesse.
Eu tenho, amigas e amigos leitores, ciência clara da complexidade nas entrelinhas dos contratos que envolvem os poderosíssimos nomes do pomposo circo da Fórmula 1. Não é necessário ser um especialista no assunto, cheio de privilegiadas informações sigilosas, para saber que existe muito mais coisas entre o céu e os boxes que possamos sonhar. É um mundo de poucos e para poucos, onde as verdades jamais ultrapassarão os limites dos fantásticos motorhomes de milhões de dólares.
Porém, esqueçamos os complexos contratos e as regras inimagináveis que cercam esses profissionais quando os mesmos vendem literalmente suas almas ao Diabo. Esqueçamos tudo e avaliemos a situação como meros mortais torcedores eternamente enganados e desrespeitados. Eternamente enganados e desrespeitados mesmo sendo nós, consumidores finais, os verdadeiros responsáveis pelo aumento das faraônicas fortunas referentes a esses endeusados logotipos que dão as cartas. Principalmente nós, brasileiros sangue quente, que fomos bem acostumados com brasileiros igualmente sangue quente atrás dos volantes nos passados anos dourados do automobilismo. Bons e inesquecíveis anos…
Já tivemos Emerson Fittipaldi, duas vezes campeão do mundo numa época onde o Brasil era ainda apenas uma incógnita em termos de interesses comerciais internacionais. Os tempos eram outros, mas o sangue, como já dito, fervia como o de poucos e a história da competição se rendeu aos talentos desse arrojado camarada, que na época usava grandes costeletas e pisava fundo.
Já tivemos Nelson Piquet, por três vezes o melhor piloto do planeta. Fato ainda mais marcante, pois parecia que as portas abertas por Emerson jamais seriam fechadas. Afinal, três títulos não são para qualquer incompetente. Diziam e dizem até hoje que seu temperamento explosivo o tornava insuportável em certos momentos, mas esse adjetivo chega a ser quase natural em alguém com o sangue tupiniquim igualmente sempre em ebulição – fator imprescindível nesse veloz mundo dos bólidos.
Por fim tivemos o inigualável e inesquecível Ayrton Senna. É muito difícil escrever algo a altura sobre esse brasileiro que por vários anos devolveu ao povo o orgulho de torcer de verdade por um irmão de pátria. Esse cara que conseguiu popularizar um esporte até então comum somente nas altas rodas, mesmo quando ainda pilotava carros pouco competitivos de inexpressivas equipes. Esse cara que sem perceber, tampouco pedir, nos fazia varar com prazer as madrugadas a espera das antológicas decisões no Japão. Ele conseguia nossa natural e consensual admiração, pois acelerava com “os dois pés”. É disso que brasileiro gosta, de quem mete o pé na porta e entra sem pedir!
Ai, meu Deus, que saudade… Que saudade do compatriota que chegou em 1988 numa McLaren onde na época já imperava o dono de dois títulos – o mito Alain Prost – e, mesmo assim, logo de cara foi campeão. Foi campeão superando com talento e coragem a hierarquia dos currículos. Um piloto sem medo algum das regalias desiguais e que não dava ouvidos a certas imposições ridículas. Um piloto com “P” maiúsculo, “P” de personalidade…
Após esse lacrimejante breve momento nostálgico, fica aqui a pergunta: certamente as tais obscuras entrelinhas dos nojentos contratos existiam também na época desses homens, então o que os fazia desafiar seus superiores e desobedecer certas regras sem propósito? Pergunta simples e resposta óbvia: eles simplesmente eram “homens de verdade”. Somente isso explica tudo, pois homens de verdade não metem os rabos entre as pernas diante de qualquer trovoada.
Peço antecipadamente agora, senhoras e senhores, perdão pelos termos deselegantes que se seguirão. Não é meu estilo baixar o nível nos comentários ou nas opiniões pessoais, mas esses moços atuais que tanto tem nos envergonhado nos circuitos com suas manobras manipuladas, determinadas por anônimos que ficam atrás de chiques mesas, não merecem recado ameno ou muito educado.
Corja de mercenários sem amor próprio! Moleques covardes sem moral! Bando de carneirinhos mansos que usam capacete e ganham muito! Vocês já são todos milionários, ou até bilionários, e teoricamente não precisam de mais tanto dinheiro. Por isso esqueçam, mesmo que somente por uma vez, as malditas cláusulas que os tornaram bonequinhos de luxo e metam o pé no balde – acelerador no caso.
Diante de ordens absurdas como as de frear na marra e deixar passar, joguem com segurança o carro em cima dos tão aplaudidos “primeiros pilotos” e saiam os dois da corrida. Em seguida taquem o capacete no alambrado, coloquem fogo no maldito macacão cheio de nomes poderosos, convoquem uma coletiva ali mesmo no momento e só de cueca expliquem a verdade dos fatos! Gritem em alto e bom tom que não são frouxos e que se os amaldiçoados tecnocratas quiserem pilotar os carros das suas salas, que brinquem então de autorama.
Mande-os todos, pelo menos uma vez, para os quintos dos infernos junto com os contratos e com seus helicópteros!
Façam isso e entrarão de verdade para a história como heróis nacionais. Façam isso enquanto é tempo e eternizem seus nomes dessa forma, pois campeões jamais serão. Campeões natos são loucos indomáveis que não suportam rédeas. Bem diferente das vossas realidades…
Após um ataque revolucionário dessas proporções no literalmente circo, voltem para as suas lindas fazendas aqui no Brasil e vivam cultivando hortas e orquídeas, mas com a alma lavada. Ou vendam pipoca de carrinho nas praças das suas cidades natais. Não adiantará muito “só” os bilhões acumulados se forem eternos argumentos de piadas e motivo de chacotas. Mercenários, como já dito, sabemos que são, mas vocês não têm vergonha do espelho?
Pois é somente isso que são no mundo todo: alvos de chacotinhas na internet e demais meios de comunicação! Isso é coisa para homem de verdade? Quanto valem suas integridades? Se é que as têm, quanto valem suas hombridades? Se tudo é realmente “só” por dinheiro, sejam então no mínimo mais honestos consigo mesmos e parem de tentar explicar o inexplicável com frases feitas onde não pilotam de verdade nem suas próprias palavras. Isso é coisa feia e falta de caráter. Se tudo vai mesmo acontecer “sempre só no ano que vem”, então que aconteça realmente, de uma forma ou de outra – as outras rebeldes sugestões já foram acima citadas.
Como se não bastassem os apodrecidos políticos do nosso país, que só fazem por mentir descaradamente e enganar o pobre povo com teatros nojentos rodeados por altíssimas cifras, agora temos também vocês, há tempos seguindo o mesmo caminho, só com um pouco mais de velocidade. Malditos sujos!
Apenas tomem cuidado com as próximas ordens que ainda podem vir durante suas muito em breve totalmente esquecidas passagens pela F1. Quando não se bate de frente com o sistema, o sistema domina por completo quem não ofereceu resistência alguma. Cuidado, pois as coisas podem chegar a esse pé: “Breque! Deixe passar! Abane a pata e o rabinho para o companheiro mais rápido! Role! Finja de morto! Não solte pêlos no cockpit!” E assim por diante. Sejam machos, seus pivetes sem escrúpulos. Se os senhores não têm peito para peitar, sumam de vez do cenário!
Sejam machos ao menos uma vez para que no dia das suas mortes, estejam já aposentados ou ainda não, o Brasil pare novamente para chorar a perda de um herói. Lembrem-se da indescritível comoção nacional generalizada na fatídica partida do “eterno” e reflitam se somente o dinheiro faz sentido. Marcar para sempre a curta passagem aqui na terra é um sonho que poucos realizam. Por tal pensem bem, pois as chances para se tornarem inesquecíveis ainda encontram-se em suas mãos. “Suas mãos vendidas”…
Abraços a todos os leitores e leitoras que cada vez mais nos acompanham e nos incentivam. Peço novamente perdão pelos pouco comuns baixos termos e pela utopia particular. Eu somente desabafei como mero torcedor inconformado. Claro que tais motins e revoluções jamais acontecerão no bilionário mundo da alta velocidade. Assim como, infelizmente, acho que jamais veremos novamente uma bandeira verde e amarela tremular ao fim de uma prova, empunhada com tanta garra e orgulho diante de torcedores em êxtase. Ai, meu Deus, que saudade… Junião.
Os melhores programas de humor de todos os tempos. Isso mesmo, estou falando da dupla Chaves e Chapolin, ambos criados e protagonizados por Roberto Gómez Bolaños. Ah tá, você prefere o Zorra Total, A Praça É Nossa ou o Casseta & Planeta? Bom, tudo bem, isso aqui também é uma democracia e você tem esse direito, mas o azar é só seu. Eu prefiro Chaves e Chapolin.
Chaves e Chapolin estrearam na TV brasileira em 1984, dentro do Programa do Bozo, lembra? Nossa, tô ficando velho demais. Pois é, Chaves e Chapolin estão no ar, no Brasil, há quase 30 anos. Na América Latina eles já ultrapassaram essa marca há algum tempo, já que o Chaves (El Chavo Del Ocho, título original) é de 1971.
Dados a parte, o caso é que esses dois seriados fizeram Roberto Bolaños ser bastante conhecido em toda América Latina e quiçá no mundo. Porém, nem Chaves e nem Chapolin fez nada sozinho, todo esse sucesso se deve aos grandes atores do elenco. Atores que fizeram, junto com ele, Chaves e Chapolin serem o que são até hoje.
Eu, particularmente, gosto de todos os personagens de um jeito muito especial, até com os figurantes eu dou risada, mas não tem como não dizer que Ramón Valdez (Seu Madruga) e Carlos Villagrán (Quico) são mais especiais que os outros. Esses dois gênios do humor me fazem rir desde que eu me conheço por gente e olha que isso já faz bastante tempo. Com um humor inteligente, ingênuo e sincero, Chaves e Chapolin vêm conquistando admiradores a cada dia. Um cortiço com gente humilde, que convive em “harmonia” cada um com suas diferenças e um super-herói desastrado, que mais atrapalha do que ajuda, realmente não tinha como não dar certo.
Os programas vieram ao Brasil por acaso, em uma negociação do SBT com a Televisa (TV mexicana detentora do programa) sobre algumas novelas mexicanas, eles acabaram entrando no pacote. Com um cenário pobre, muitos não acreditaram que iria dar certo, mas Sílvio Santos peitou a ideia e mandou dublar. O resultado? Sucesso com apenas poucos meses no ar.
Hoje em dia, dizem que Chaves, Quico e Chiquinha não se bicam muito bem. Mas esses três já fizeram do pátio da famosa vila, do restaurante da Dona Florinda e de outros tantos cenários, verdadeiros palcos onde reinava o bom humor. Quem nunca riu de uma piada deles? A mesma piada repetida um milhão de vezes que a cada dia fica mais engraçada. Que não engoliu seco quando o Chaves falava a quanto tempo estava sem comer? Quem é que não apenas ao menos um versinho dos inúmeros hits das duas séries? Pois é, mesmo querendo, não tem como fugir.
Chaves fez e faz tanto sucesso que há alguns anos a série virou desenho, as mesmas esquetes em versão animada, muito bem feito por sinal. O único pesar fica por conta da ausência da Chiquinha entre os personagens animados. Mais um caso onde o dinheiro falou mais alto e o bom senso foi deixado de lado.
Alguns podem até me chamar de fanático ou dizerem que eu não entendo nada de humor (o que é bem provável), tá bom, pode até ser, mas o caso é que Chaves e Chapolin estão aí há quase trinta anos. Bem antes dos Simpsons ou do lixo do Faustão, Chaves já equilibrava pires e copos em um pedaço de pau. Gostou do post? Estão espalha.
PS. Não sei de quem é a ilustração acima. Os traços são bem parecidos com os do Baptistão, portanto, se alguém souber me avisa aí nos comentários que eu darei os devidos créditos.
Update: Acabei de descobrir a ilustração é mesmo do genial Baptistão. Foi criada para o livro Chaves & Chapolin, de Luís Joly e Fernando Thuler, editado pela Matrix, além de Paulo Tadeu. Como o próprio Bap diz em seu blog é uma espécie de sequência do livro “Chaves – Foi sem querer querendo”, o qual ele fez a capa. E o melhor de tudo, tem mais alguns personagens aqui. Grande Baptistão!
Olha que bacana esse mapa que mostra os países que ainda não possuem McDonal’s. Portanto, se o seu inglês é tão bom que você só é capaz de pedir um Number One, veja bem o país que pretende visitar.